Isso ocorre para que a equipe possa reconhecer quando alguém “está tendo um colapso ou passando por dificuldades”, acrescenta. A Sociedade Nacional Autista diz que um colapso é “uma resposta intensa a uma situação avassaladora”, externo.
Richardson sugere que funcionários treinados devem usar roupas identificáveis, o que ajudaria quem os procura em um evento.
Paul Hawkins, chefe da Perspective is Every part, instituição de caridade que trabalha para melhorar as experiências das pessoas com deficiência em exhibits e eventos, diz que o desafio para os organizadores consiste em reconhecer as diversas necessidades dos indivíduos.
“Diferentes pessoas neurodivergentes têm experiências muito diferentes”, disse ele à BBC.
Ele concorda que os espaços tranquilos e as tendas sensoriais tiveram “um enorme impacto” no cenário dos festivais nos últimos anos, mas diz que ainda há um longo caminho a percorrer na gestão de multidões e na criação de rotas mais silenciosas para as pessoas chegarem a espaços acessíveis.
“Não há muitas desculpas para os festivais não acertarem o básico porque a informação está toda disponível e é muito fácil de encontrar”, acrescenta.











