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JPMorgan ofereceu US$ 1 milhão, mas Chirayu Rana queria US$ 20 milhões em processo de assédio sexual

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Uma batalha authorized de alto risco envolvendo o JPMorgan e um escândalo sexual tomou um novo rumo, com novos detalhes revelando uma enorme lacuna entre os acordos solicitados e oferecidos antes de um controverso processo de assédio sexual se tornar público.O ex-banqueiro do JPMorgan, Chirayu Rana, supostamente exigiu mais de US$ 20 milhões do banco antes de entrar com sua ação acusando a executiva sênior Lorna Hajdini de abuso sexual, de acordo com as fontes citadas pelo New York Put up. A exigência foi feita em junho do ano passado, meses antes de o caso vir à tona publicamente.“Ele ameaçou ir a público e pediu milhões de dólares”, disse uma fonte próxima à situação ao The NYP.De acordo com o Wall Road Journal, o JPMorgan posteriormente ofereceu a Rana US$ 1 milhão para resolver a questão, um número divulgado pela primeira vez. O relatório também afirmou que o atual advogado de Rana, Daniel J Kaiser, propôs uma contraproposta de US$ 11,75 milhões.A ação foi movida na Suprema Corte do Condado de Nova York no mês passado sob o pseudônimo de “John Doe”. Contém acusações graves contra Hajdini, incluindo alegações de que ela drogou Rana com viagra e o forçou a repetidos encontros sexuais, incluindo abusos racistas e exigências humilhantes. Hajdini e seus advogados negaram todas as acusações. Os colegas de Hajdini também descreveram o processo como uma “ficção de fãs” escrita ou um “romance”.O JPMorgan também rejeitou as alegações, afirmando que uma investigação interna não encontrou provas de irregularidades. O banco disse que revisou e-mails, registros telefônicos e depoimentos de testemunhas e que Hajdini cooperou totalmente, enquanto Rana não.Especialistas jurídicos opinaram sobre a disputa. O advogado de Nova York, Jason Goldman, disse: “Presumivelmente, Rana enviou uma carta de extorsão a Hajdini, ameaçando abrir um processo público, a menos que ela comprasse seu silêncio pagando uma taxa exorbitante por algo que ela não fez. Quando ela se recusou a sucumbir, Rana aparentemente dobrou a aposta e arrastou seu nome e reputação na lama.”Além das alegações de má conduta sexual, há mais camadas no caso. De acordo com o NYP, Rana disse aos supervisores do JPMorgan em dezembro de 2024 que seu pai havia morrido, permitindo-lhe tirar uma licença prolongada por luto. No entanto, mais tarde seu pai foi encontrado vivo. Quando contatado, seu pai disse: “Não sei nada sobre isso. Ele é meu filho. Ele é um cara authorized.Rana apresentou uma queixa interna em maio de 2025, alegando assédio racial e de gênero, antes de deixar o banco. Mais tarde, ele ingressou na empresa de personal fairness Bregal Sagemount, mas deixou o cargo no início de abril, semanas antes de abrir o processo.A reivindicação central da ação também foi contestada por estruturas internas da empresa. Rana e Hajdini reportavam-se a diferentes gestores, sugerindo que ela não tinha autoridade sobre o seu salário ou promoções. Mas a equipa jurídica de Rana afirma que as alegações são genuínas. Seu advogado disse que as alegações serão apoiadas por evidências à medida que o caso avança.O próprio processo inclui uma série de acusações detalhadas. Rana afirma que o suposto assédio começou brand depois que ele ingressou no banco em 2024, incluindo contato físico inadequado e comentários explícitos. Ele alega ainda que Hajdini ameaçou a sua carreira se ele não cumprisse as suas exigências. Ele também acusou o banco de retaliação, alegando que foi afastado após reclamar e que sua reputação profissional foi prejudicada.Rana também diz que foi diagnosticado com transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) como resultado dos supostos incidentes.Além disso, dois novos relatos de testemunhas foram relatados pelo Every day Mail no caso de grande repercussão. Num incidente, uma testemunha afirmou que Lorna Hajdini, que estava nua, pediu-lhes que “se juntassem a eles no quarto” de um apartamento em Nova Iorque. Entretanto, uma segunda testemunha disse ter ouvido Chirayu Rana dizer que Lorna tinha feito da sua vida um “inferno” no native de trabalho.

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