Início Mundo Enterrado há 1,8 milhão de anos: este antigo dente de elefante foi...

Enterrado há 1,8 milhão de anos: este antigo dente de elefante foi finalmente encontrado por uma criança de 11 anos em uma praia do Reino Unido

16
0

Um passeio rotineiro em família ao longo da costa de Suffolk se transformou em um encontro inesperado com o distante passado pré-histórico da Grã-Bretanha, quando um menino de 11 anos notou um objeto incomum próximo à beira da água. À primeira vista, parecia um pouco diferente das inúmeras pedras espalhadas pela costa, mas a sua forma sugeria que period algo completamente diferente. A descoberta foi desde então identificada como o dente fossilizado de um parente de elefante que desapareceu da Europa muito antes da existência dos humanos modernos. Descobertas deste tipo são incomuns, embora a linha costeira onde emergiu seja há muito reconhecida por revelar vestígios de vida antiga, à medida que a erosão expõe constantemente o materials enterrado sob as falésias. A descoberta atraiu a atenção não só pela notável idade do fóssil, mas também porque foi avistado por uma criança que falava sobre elefantes momentos antes.

Como um dente de elefante incomum chamou a atenção de um menino

Charlie Orchard-Lisle estava passando um tempo com sua família na praia de East Lane, no vilarejo de Bawdsey, Suffolk, quando notou um objeto de formato estranho pousado ao lado das ondas que se aproximavam. Destacou-se o suficiente para que Charlie e sua mãe, Eleanor, parassem para olhar mais de perto.Apesar de desgastado pelo tempo, o artefato parecia ser distinguível de outras pedras. Em vez de descartar o merchandise como mais uma pedra, a família optou por mantê-lo, sentindo que poderia ser algo especial. No closing das contas, eles estavam certos quanto a isso, já que especialistas estudaram o fóssil e descobriram que na verdade se trata de um dente de elefante que sobreviveu quase dois milhões de anos.Foi descoberto que o fóssil é um molar superior esquerdo que pertencia a um tipo extinto de elefante conhecido como Anancus avernensis. Segundo o New York Submit, foi o professor Adrian Lister, paleontólogo do Museu de História Pure de Londres, quem verificou esta descoberta. O molar tem cerca de dez centímetros de tamanho e ainda mantém a maior parte do esmalte por ter passado tantos anos enterrado em sedimentos. Com o passar de milhares de anos, os minerais substituíram partes do materials unique, transformando o dente num fóssil.

Por que os fósseis continuam aparecendo ao longo deste trecho da costa

A costa de Suffolk ganhou reputação entre os entusiastas dos fósseis por causa da Formação Crimson Crag, uma série de antigos depósitos marinhos expostos ao longo de seções da costa leste da Inglaterra. Esses sedimentos contêm restos de animais que viveram há milhões de anos, tornando a área um dos locais fósseis mais produtivos da Grã-Bretanha.A erosão pure desempenha um papel importante. O vento, a chuva e o movimento constante do mar desgastam gradualmente as arribas, libertando fósseis que permaneceram escondidos no subsolo durante vastos períodos. Uma vez libertados, as ondas podem levá-los para praias próximas, onde observadores cuidadosos ocasionalmente os avistam antes que as marés os movam para outro lugar.

História surpreendente por trás do dente de elefante de 1,8 milhão de anos

O momento da descoberta adicionou outra camada à história. Segundo a mãe de Charlie, a família conversou durante a caminhada e seu filho mencionou o quanto gostava de elefantes pouco tempo antes de encontrar o fóssil.Em poucos minutos, a conversa passou de animais vivos para animais que vagavam pela Europa há quase 1,8 milhões de anos. Embora a coincidência tenha surpreendido a família, a descoberta em si foi o resultado de uma observação cuidadosa, e não de uma caça planejada a fósseis.

fonte

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui