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Crítica de Garth Brooks – fãs desmaiados comparecem ao ingresso mais quente do horário de verão britânico

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FCinco minutos antes de Garth Brooks subir ao palco no Hyde Park, uma voz americana estrondosa vem do PA para dizer à multidão que este é o maior present da história do BST – uma lotação esgotada, com ingressos extras adicionados. E quando Brooks aparece, ele parece surpreso e encantado.

A última vez que esteve em Londres, em 1994 e no auge do estrelato, tocou uma noite na Wembley Area, e a mudança de escala parece chocá-lo. Quando ele toca Unanswered Prayers sozinho e a multidão canta para ele, ele começa a chorar – e não lágrimas brilhantes e alegres do showbiz, pois seu rosto se contorce momentaneamente como se alguém realmente estivesse superado.

Sem dúvida, a ascensão do país no Reino Unido trouxe algumas pessoas para cá, mas não muitas. O público é uma geração mais velho do que a maioria das estrelas nation que visitam Londres, e Brooks não colocou seu catálogo nos serviços de streaming (seu último álbum foi lançado em acordo exclusivo com a Bass Professional Retailers, rede de pesca dos EUA). Todos aqui estão aqui de propósito.

Cantando junto… a multidão junta-se sob as luzes da noite. Fotografia: Trevor George

Sua vulnerabilidade deve ser parte de seu apelo: Brooks é um homem corpulento de meia-idade, usando Wranglers tão novos que você pode ler o rótulo na tela grande, e eles caem nele tão bem quanto denims baratos sempre cabem em homens corpulentos de meia-idade. Quando ele abre com Rodeo, todo mal-humorado e machista, parece muito em desacordo com seu jeito, que é gentil, quase afeminado. Você não pode deixar de ficar encantado.

A primeira hora do present é perfeitamente avaliada: permanece dentro dos limites da música nation, mas bem na linha da cerca. Há a melodia Tex-Mex de Two Piña Coladas, o pedal metal choroso e violinos de The Seashores of Cheyenne, enquanto That Summer season parece um primo de Thunder Highway de Springsteen. Um cowl de Night time Strikes, para um fã da primeira fila com uma placa, é maravilhoso, mas superestima a familiaridade britânica com Bob Seger.

O set cede no last, com muitas introduções e participações especiais da banda – alguém precisa ouvir uma versão de Shout interpretada pelo backing vocal de longa knowledge de Brooks? – mas a essa altura ele já fez todo o trabalho pesado e ninguém vai para casa desejando ter ficado em casa para assistir ao jogo da Inglaterra.

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