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Apple Intelligence 2.0: o que os novos recursos de IA realmente significam

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“Apple Intelligence 2.0” não é o nome oficial da Apple, mas é um atalho útil para indicar o rumo que a empresa está tomando. A Apple chama isso a próxima geração de Apple Intelligence, com Siri AI como a peça mais visível.

É um lugar arriscado para chamar a atenção porque a Siri tem bagagem. Durante anos, tem sido o assistente que as pessoas usam para cronômetros, previsão do tempo e discussões com um orbe brilhante que de alguma forma ouve cada palavra, exceto a importante.

A versão superb é a Siri encontrar o código do voo em um e-mail enquanto a companhia aérea segura uma música que aos poucos tira a vontade de viver.

Essa é a versão que a Apple está tentando vender agora: IA que não fica em uma janela de immediate separada, mas dentro do comportamento regular do iPhone.

Por que a Siri ainda carrega tudo

Siri AI é a estrela óbvia porque Siri passou anos como o problema de IA mais público da Apple. A nova versão deve entender o contexto, ver o que está na tela, responder perguntas mais difíceis e agir em vários aplicativos. A Apple diz que a Siri AI pode usar o contexto pessoal para pesquisar mensagens, e-mails, fotos e muito mais, ao mesmo tempo que responde a perguntas na tela e realiza ações mais amplas em todo o sistema.

Essa é uma grande reinicialização, destinada a fazer com que a Siri pareça que não dormiu durante todo o growth do chatbot. O engraçado é que isso parece impressionante, em parte porque a linha de base tem sido muito baixa. A Apple está finalmente descrevendo o Siri que as pessoas pensavam que estavam recebendo anos atrás.

Isso não torna a atualização falsa ou sem importância. Isso torna as apostas mais estranhas. A Apple está reconstruindo a confiança em um recurso que muitos usuários já treinaram para ignorar.

Um Siri melhor não precisa se tornar um amigo digital encantador. É preciso parar de fazer com que coisas simples pareçam uma caça ao tesouro.

O que os novos recursos realmente estão fazendo

Os novos recursos do Apple Intelligence podem parecer dispersos à primeira vista. Alguns moram em Siri. Outros aparecem na câmera, campos de texto, chamadas, fotos e aplicativos do dia a dia. Juntos, eles apontam para um objetivo: fazer com que o telefone pareça menos fragmentado.

A ajuda para escrever deve aparecer onde as pessoas já estão digitando. A pesquisa visible deve funcionar através da câmera. O Contexto da Chamada deve trazer à tona os detalhes certos durante uma ligação, porque a vida moderna ainda exige essa punição específica.

A Apple diz especificamente que o Name Context pode exibir um código de confirmação ou número de reserva durante uma chamada comercial, incluindo encontrar um código de confirmação da companhia aérea no Mail.

As ferramentas fotográficas devem fazer com que a edição pareça menos uma tarefa separada. O Mensagens e o Mail devem ficar mais inteligentes sem transformar cada resposta em um memorando corporativo com melhor pontuação. A câmera deve entender melhor o que vê sem exigir que os usuários aprendam outro ritual de IA.

A melhor versão do Apple Intelligence não deveria dar a sensação de “usar IA”. Deve parecer que o telefone entende melhor a tarefa e take away algumas bobagens manuais em torno dela.

Grande parte da corrida pela IA treinou as pessoas para pensarem na IA como um destino separado, e a Apple está tentando fazer com que pareça algo que já está escondido.

Como a Apple acabou aqui

A Apple Intelligence começou em 2024 com uma primeira leva menor de ferramentas. Trouxe ajuda para escrever, resumos de notificações, limpeza de fotos e um shell Siri mais agradável.

Essas ferramentas eram úteis, embora não fossem a versão completa da ideia que a Apple estava vendendo. A promessa maior sempre foi uma Siri mais pessoal, que pudesse entender o que os usuários estavam fazendo e agir em todos os aplicativos. Isso é o que faria com que parecesse menos uma interface de voz com iluminação melhor.

Como esses recursos mais ambiciosos do Siri não faziam parte da primeira onda, a primeira versão do Apple Intelligence parecia estranhamente incompleta. Esta atualização é a Apple tentando preencher essa lacuna.

A Apple pode falar sobre privacidade, polimento e controle do ecossistema, mas a IA útil também precisa da força bruta do modelo. Aparentemente, isso significava deixar o Google entrar na máquina.

Por que o encanamento chato resolve tudo

Essa maquinaria oculta pode decidir se a Apple Intelligence funciona. A Siri AI só pode se tornar útil se os aplicativos exporem informações e ações suficientes para o sistema entender.

É aí que coisas como App Intents e indexação semântica deixam de ser jargão do desenvolvedor e começam a se tornar o produto. A Apple diz que o App Intents permite que os desenvolvedores conectem o conteúdo e os recursos do aplicativo aos recursos da Siri AI, como compreensão do contexto pessoal, ações do aplicativo e reconhecimento na tela.

A maioria dos usuários nunca pensará em nada disso. Ninguém compra um iPhone porque o encanamento do aplicativo parece saudável. Se a Siri não conseguir encontrar a coisa certa, agir na tela certa ou entender o que um aplicativo pode fazer, o truque de mágica volta ao teatro do comando de voz.

Esta é a parte menos glamorosa da Apple Intelligence e provavelmente a mais importante. Um modelo mais inteligente pode responder perguntas melhores, mas um assistente que não consegue interagir com os aplicativos que as pessoas realmente usam ainda fica preso atrás de um vidro.

Onde a promessa fica confusa

A abordagem cuidadosa da Apple cria os seus próprios problemas. O Siri precisa de contexto pessoal suficiente para ajudar, sem fazer com que o telefone pareça estar lendo uma prancheta por cima do ombro de alguém. Ele também precisa de acesso suficiente ao aplicativo para agir sem se tornar imprevisível.

Depois, há a implementação desigual, que dependerá do dispositivo, região, idioma e se os aplicativos suportam ganchos mais profundos.

A Apple diz que Siri AI chegará como uma versão beta ainda este ano para dispositivos suportados configurados para inglês, não estará inicialmente disponível na UE em iOS, iPadOS e watchOS, e não estará disponível na China enquanto a Apple cumprir os requisitos regulatórios.

A privacidade é uma vantagem da Apple aqui, mas também é uma restrição. Muito pouco acesso e o Siri continua sendo uma caixa de pesquisa educada com voz. Muito acesso, e o iPhone começa a parecer um assistente pessoal que está vasculhando as gavetas.

O que isso significa para usuários normais do iPhone

Para usuários normais do iPhone, o Apple Intelligence se resume a atrito. Alguém deveria ser capaz de pedir ao Siri para encontrar o código do voo em um e-mail durante uma ligação, em vez de fazer ginástica na área de transferência em três aplicativos.

Esse é um pequeno exemplo, mas é em pequenos exemplos que esse tipo de IA precisa provar seu valor. O verdadeiro teste é se o Siri consegue entender o que está acontecendo na frente do usuário, encontrar os detalhes pessoais certos, usar o aplicativo certo e evitar transformar todo o processo em outra tarefa.

A Apple Intelligence não deveria pedir aos usuários que se tornassem engenheiros imediatos. Isso deve fazer com que o iPhone pareça menos uma pilha de aplicativos fingindo ser um único dispositivo.

Essa é a verdadeira promessa do Apple Intelligence 2.0, mesmo que a Apple nunca o chamasse assim. A Siri está tendo uma segunda likelihood, mas o futuro da IA ​​da Apple pode depender menos de um momento brilhante de chatbot do que de sua capacidade de finalmente lidar com o trabalho regular do telefone sem fazer uma refeição com isso.

Depois de todos esses anos, a Siri pode finalmente estar conseguindo o emprego que finge ter.

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