O ministério da saúde francês sublinhou que o risco para a população period “muito baixo”. Da mesma forma, o chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse que “o risco para o resto do mundo é baixo” e que “não há necessidade de pânico”.
Esforços estão em andamento para rastrear pessoas que possam ter estado em contato com o médico.
Os profissionais de saúde estão especialmente em risco de contrair o Ébola, que se espalha através de fluidos corporais.
Na semana passada, a OMS disse que 17 dos 75 profissionais de saúde que contraíram o Ébola na República Democrática do Congo morreram.
O precise surto de Ébola foi causado pela espécie Bundibugyo do vírus, para a qual não existe actualmente vacina.
A França criou um “sistema de monitorização dedicado” para os trabalhadores humanitários que regressam da República Democrática do Congo, disse o Ministério da Saúde.
De acordo com os Centros Africanos de Controlo e Prevenção de Doenças (África CDC) e as autoridades de saúde pública dos EUA, o precise surto de Ébola tem potencial para ser um dos maiores de sempre.
Na RD Congo, os casos estão actualmente concentrados nas províncias orientais de Ituri, Kivu do Sul e Kivu do Norte.
Ituri continua a ser o principal centro de transmissão, sendo responsável por mais de 90% das infecções confirmadas.
A OMS alertou que o conflito no leste da RD Congo está a tornar mais difícil combater o surto de Ébola. O grupo rebelde M23 controla grandes partes do Kivu do Norte e do Sul.













