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Será que os alienígenas já podem estar no nosso Sistema Photo voltaic? Cientistas dizem que não podemos descartar isso

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A humanidade já enviou cinco naves espaciais em trajetórias que eventualmente as levarão para além do Sistema Photo voltaic, demonstrando que civilizações tecnologicamente avançadas podem lançar sondas interestelares. Isso levanta uma possibilidade intrigante. Poderia outra civilização ter feito o mesmo e enviado exploradores robóticos para a nossa vizinhança cósmica? De acordo com um novo estudo do astrônomo T. Joseph W. Lazio, a resposta permanece desconhecida. Publicada nos Anais do Simpósio do Centenário da IAU, a pesquisa conclui que a humanidade atualmente carece da tecnologia e da cobertura observacional necessária para descartar a existência de sondas extraterrestres ou outros artefatos tecnológicos em algum lugar do Sistema Photo voltaic. Por outras palavras, se sondas alienígenas ou restos de tecnologia extraterrestre estão escondidos no nosso quintal cósmico, os cientistas simplesmente não olharam suficientemente de perto para descartar a sua presença.

Por que os cientistas dizem alienígenas em nosso Sistema Photo voltaic não pode ser descartada

O estudo de Lazio examinou uma hipótese simples, mas falsificável: uma ou mais tecnoassinaturas físicas extraterrestres estão presentes no Sistema Photo voltaic hoje. O objetivo period determinar se a tecnologia atual é capaz de refutar essa ideia.A resposta, segundo o estudo, é não. A humanidade “não está nem perto” de ser capaz de descartar a presença de artefatos alienígenas, em grande parte porque apenas uma pequena fração do Sistema Photo voltaic foi pesquisada com detalhes suficientes.A ideia não é tão absurda quanto pode parecer. A própria humanidade já lançou cinco espaçonaves em trajetórias que eventualmente sairão do Sistema Photo voltaic. Pioneer 10 e 11, Voyager 1 e 2 e New Horizons demonstram que civilizações tecnológicas são capazes de enviar objetos interestelares para o espaço.A pesquisa categoriza possíveis assinaturas tecnológicas em quatro grupos. Estes incluem sondas passivas à deriva no espaço, sondas ativas que ainda realizam tarefas científicas, objetos inativos situados nas superfícies de planetas ou luas e instalações operacionais de superfície, como estações automatizadas ou instalações de mineração. Cada categoria apresenta diferentes desafios de detecção, e alguns objetos podem simplesmente misturar-se com asteróides comuns ou permanecer escondidos em mundos pouco explorados.

Por que encontrar sondas alienígenas é tão difícil

Os cientistas podem ser capazes de detectar objetos incomuns, mas provar que são artificiais é outra questão completamente diferente. Um exemplo notável ocorreu em 2020, quando os astrônomos identificaram um objeto conhecido como 2020 SO. Inicialmente classificado como um asteróide, mais tarde foi revelado ser um foguete impulsionador Centaur lançado durante a missão Surveyor 2 da NASA em 1966.O incidente destacou como pode ser difícil distinguir objetos tecnológicos de rochas espaciais naturais. Visitantes interestelares como o 3I/ATLAS também geraram especulações, mas nenhuma evidência sugeriu que sejam outra coisa senão objetos naturais.Um debate semelhante cercou ‘Oumuamua, o primeiro objeto interestelar conhecido descoberto em 2017. Embora a maioria dos investigadores o considere um objeto pure, alguns cientistas argumentaram que as suas características incomuns merecem um exame mais detalhado. A controvérsia ilustra como pode ser desafiador determinar se um objeto misterioso é pure ou synthetic.

A maior parte do Sistema Photo voltaic permanece pouco explorada

Embora naves espaciais e telescópios tenham mapeado partes do Sistema Photo voltaic, grande parte dele só foi observada em resoluções relativamente baixas. Em torno das luas de Saturno, as imagens cobrem frequentemente áreas que medem cerca de um quilómetro por pixel. Mesmo na Lua, apenas uma pequena fração da superfície foi fotografada com detalhes suficientes para revelar objetos com menos de meio metro.Como resultado, potenciais artefactos podem facilmente escapar à detecção, especialmente se forem pequenos ou se tiverem degradado ao longo de milhões de anos.Mesmo a Lua da Terra, um dos corpos mais estudados além do nosso planeta, não foi fotografada em todas as suas resoluções mais altas. De acordo com o estudo, muitas regiões do Sistema Photo voltaic exterior nunca foram examinadas suficientemente de perto para revelar algo menor do que grandes estruturas geológicas.

Sondas ativas podem revelar-se através do calor

Se as sondas alienígenas ainda estiverem operando, provavelmente terão que obedecer às leis da termodinâmica e liberar calor residual. Tais objetos podem parecer mais quentes do que o esperado quando vistos em comprimentos de onda infravermelhos.Grandes pesquisas, incluindo a missão WISE da NASA, já detectaram objetos com propriedades térmicas incomuns. No entanto, os cientistas não dispõem dos recursos e das observações detalhadas necessárias para determinar se estas anomalias são naturais ou artificiais.Qualquer espaçonave em funcionamento provavelmente também exibiria sinais sutis de atividade, como assinaturas de calor anormais ou movimentos incomuns. Estas características poderiam ajudar a distinguir um objeto synthetic de asteróides e cometas comuns.

Novos observatórios podem melhorar a pesquisa

As próximas instalações e missões poderão expandir significativamente a busca por assinaturas tecnológicas. Espera-se que o Legacy Survey of House and Time do Observatório Vera C. Rubin, o SPHEREx e o Close to-Earth Object Surveyor da NASA forneçam milhões de observações detalhadas de asteróides e outros corpos pequenos.Estes vastos conjuntos de dados podem revelar objetos incomuns que merecem uma investigação mais detalhada. No entanto, os investigadores dizem que as respostas definitivas podem, em última análise, exigir o envio de naves espaciais para inspecionar diretamente alvos suspeitos.A inteligência synthetic também pode se tornar uma ferramenta importante na busca. Algoritmos futuros podem ajudar os pesquisadores a examinar enormes conjuntos de dados para identificar anomalias sutis que, de outra forma, os observadores humanos poderiam não perceber.

A busca por artefatos extraterrestres está ganhando atenção

O conceito conhecido como SETA, ou Busca por Artefatos Extraterrestres, tem tradicionalmente recebido muito menos atenção do que buscas por sinais de rádio. No entanto, o novo estudo argumenta que os avanços nas pesquisas astronômicas podem finalmente tornar o campo mais prático.Ao contrário dos esforços convencionais do SETI, que procuram sinais electromagnéticos de civilizações distantes, o SETA concentra-se em encontrar evidências físicas de tecnologia alienígena. Tais artefactos poderiam sobreviver durante milhões ou mesmo milhares de milhões de anos, tornando-os mais fáceis de descobrir do que transmissões breves.Por enquanto, não há evidências de que sondas alienígenas estejam escondidas em nosso Sistema Photo voltaic. Mas, de acordo com o estudo, também não há como dizer com segurança que não. Até que a humanidade discover o seu quintal cósmico com muito mais detalhe, a possibilidade permanece aberta.Durante décadas, os cientistas em busca de inteligência extraterrestre concentraram-se principalmente em ouvir sinais de rádio de estrelas distantes. Mas à medida que os telescópios se tornam mais poderosos e as pesquisas mais abrangentes, os investigadores consideram cada vez mais outra possibilidade: se existirem evidências de tecnologia alienígena, esta poderá já estar muito mais perto de casa. Quer tais objectos sejam eventualmente encontrados ou não, a questão em si está agora a tornar-se cientificamente testável, em vez de puramente especulativa.

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