Início Mundo Caso Dharmasthala: um telefonema sendo lido fora do contexto, diz Prakash Raj

Caso Dharmasthala: um telefonema sendo lido fora do contexto, diz Prakash Raj

31
0

O ator Prakash Raj discursando em uma entrevista coletiva em Bengaluru na quarta-feira. | Crédito da foto: Arranjo Especial

O ator Prakash Raj esclareceu na quarta-feira (17 de junho de 2026) sua posição sobre o polêmico caso Dharmasthala, enfatizando que não teve nenhum envolvimento no assunto, exceto por um telefonema, que agora está sendo lido fora de contexto.

O esclarecimento veio dias depois de surgirem relatórios sobre Chinna CN, também conhecido como Chinnaiah, 50, a figura central no caso do enterro coletivo de Dharmasthala, mencionando o nome do Sr. Raj em uma petição apresentada ao Tribunal Superior de Karnataka, onde teria sido apenas uma pequena referência.

Segundo o ator, Chinnaiah o contatou depois que o SIT iniciou sua investigação. Falando em uma mistura de Tamil e Telugu, ele expressou medo e ansiedade sobre sua situação, lembrou o ator. “Minha resposta foi direta. Encorajei Chinnaiah a revelar a verdade, se ela fosse genuína”, disse Raj.

“Eu disse a ele que se o que ele tem é a verdade, ele deveria falar sobre isso abertamente. Eu disse que o policial designado para investigar o caso é um bom policial e que a verdade seria um momento de alívio para todos”, disse Raj.

O ator reiterou que garantiu a Chinnaiah que não havia nada a temer se ele fosse honesto e que pessoalmente não tinha interesse no assunto.

O ator sustentou que esta breve troca constituía a totalidade do seu envolvimento e disse que não deveria ser interpretada como “influenciar a investigação” ou “orientar” qualquer indivíduo. Ele acrescentou que sua única intenção period incentivar a transparência e apoiar o devido processo.

Raj disse que o ativista Girish Mattannavar falou com ele sobre a evolução do assunto e que ele imediatamente transmitiu a informação a Pronab Mohanty, chefe da SIT que investiga o caso Dharmasthala. “O Sr. Mohanty me aconselhou a não aceitar ligações aleatórias ou alegações não verificadas sem a devida investigação”, disse ele.

Ele instou o público a não comunalizar a questão, dizendo que questionar as alegações e exigir responsabilização não deve ser confundido com um ataque à religião ou à fé.

fonte

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui