Uma enfermeira que correu para ajudar Maria Eduarda Rodrigues de Freitas depois que ela caiu de uma ponte de 40 metros de altura sem corda elástica, diz que a jovem de 21 anos ainda estava viva quando a alcançou no chão.“Vi que ela estava respirando pesadamente e olhei para suas pupilas, que infelizmente estavam dilatadas, e senti seu pulso. Estava muito fraco, mas ela ainda tinha pulso”, disse a enfermeira Rayza Dias à rede de TV brasileira Domingo Espetacular no domingo.Dias desceu um terreno íngreme e lamacento, ferindo as mãos no processo. “Raspei toda a minha mão porque há uma encosta íngreme lá embaixo e só há uma corda para descermos. Estava tudo coberto de lama. Continuei descendo, descendo; andamos todo o caminho”, disse ela.Quando ela chegou à vítima, ela falou com ela. “Tenho o hábito de brincar e dizer: ‘Ninguém morre no meu turno’. E eu falei para ela: ‘Duda [Eduarda]ninguém morre no meu turno. Mesmo que eu não estivesse no meu turno lá”, disse Dias. Apesar dos esforços, Freitas, 21 anos, formada em educação física, morreu devido aos múltiplos ferimentos sofridos na queda na Ponte do Esqueleto, em Limeira, no estado de São Paulo.O acidente, ocorrido na manhã de sábado, foi registrado em vídeo. As imagens mostram Freitas sendo lançado da plataforma. Imediatamente após seu lançamento, pode-se ouvir pessoas gritando “Gente, a corda!” quando perceberam que o equipamento de segurança não estava conectado.
Seis presos e acusações de homicídio sob investigação
O caso foi encaminhado ao 2º Distrito Policial de Limeira para investigação. As autoridades estão investigando quem foi o responsável pela segurança dos equipamentos de segurança e se os protocolos adequados foram seguidos.As autoridades detiveram inicialmente seis pessoas em conexão com o incidente. Três dos trabalhadores foram presos e acusados de homicídio pela morte de Freitas. Dois suspeitos teriam tentado fugir após o incidente e tiveram que ser rastreados por um helicóptero militar.
Postagem closing nas redes sociais
Pouco antes do salto, Freitas postou nos tales do Instagram em tom de brincadeira: “Quem foi o maluco que me deixou pular de uma ponte?” Seu perfil foi retirado horas após sua morte.O caso foi encaminhado ao 2º Distrito Policial de Limeira para investigação. As autoridades estão investigando quem foi o responsável pela segurança dos equipamentos de segurança e se os protocolos adequados foram seguidos.











