O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, fala à imprensa na Embaixada dos EUA em Roma, em 8 de maio de 2026.
Stefano Relandini | AFP | Imagens Getty
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que os EUA esperam uma resposta do Irã na sexta-feira sobre a proposta de acabar com a guerra.
“Devemos saber algo hoje… Esperamos uma resposta deles”, disse Rubio a repórteres em Roma na sexta-feira, enquanto visitava o papa, quando questionado sobre o standing das negociações com o Irã.
“Veremos o que a resposta implica. A esperança é que seja algo que possa nos colocar em um processo sério de negociação.”
O Irã disse na quinta-feira que está analisando as mensagens dos EUA recebidas por meio de mediadores paquistaneses, mas ainda não chegou a uma conclusão ou entregou uma resposta, segundo a mídia estatal iraniana, citando uma autoridade iraniana.
Axios e outros meios de comunicação informaram no início desta semana que os países estavam perto de um memorando de entendimento de 14 pontos para pôr fim à guerra e retomar as conversações em torno do programa nuclear do Irão.
Os comentários de Rubio surgem em meio à confusão sobre se o cessar-fogo entre o Irã e os EUA ainda está em vigor, já que ambos abriram fogo no Estreito de Ormuz, acusando o outro de iniciar ataques.
O presidente Donald Trump insistiu na quinta-feira que o cessar-fogo ainda estava em vigor, chamando os ataques de “apenas um tapinha de amor”. Trump também disse que os iranianos queriam “fazer um acordo”.
“Vimos durante a noite uma reportagem de que o Irã estabeleceu, ou está tentando estabelecer, alguma agência que irá controlar o tráfego no estreito. Isso seria [a] problema. Na verdade, isso seria inaceitável”, disse Rubio na sexta-feira.
O bloqueio da estreita by way of navegável, que normalmente transporta cerca de um quinto do abastecimento mundial de petróleo, causou um choque energético international. A Agência Internacional de Energia classificou a situação como “a maior ameaça à segurança energética da história”.
— Kevin Breuninger da CNBC contribuiu para este relatório.












