O único gol regulamentar da Inglaterra na eventual derrota por 2 a 1 sobre a Noruega, na prorrogação, nas quartas de remaining da Copa do Mundo, no sábado, em Miami Gardens, Flórida, gerou polêmica.
A Noruega argumentou – e o replay do vídeo pareceu mostrar – que um chute de gol do goleiro Orjan Nyland ricocheteou em um fio que sustentava uma câmera no estádio e foi redirecionado para um jogador da Inglaterra, estabelecendo a sequência que terminou com o gol do empate de Jude Bellingham no segundo minuto dos acréscimos do primeiro tempo.
De acordo com as regras da FIFA, uma bola quicando em um arame levaria à paralisação do jogo e à queda da bola para decidir a posse. Mas a associação se manifestou contra essa possibilidade emblem após o término da partida.
«Antes do gol da Inglaterra aos 45+2 minutos contra a Noruega, o sensor da Bola Conectada não mostrou nenhum pico na ‘batimento cardíaco da bola’ quando no ar e, portanto, nenhuma evidência de que a bola tocou o fio superior e alterou o movimento da bola», disse um comunicado da FIFA.
A «pulsação da bola» é a mesma tecnologia usada para anular o golo de empate da Croácia no remaining do prolongamento da derrota por 2-1 nos 16 avos-de-final para Portugal, quando a tecnologia na bola detectou um toque de cabeça com o marcador em posição de impedimento, numa das outras principais controvérsias do torneio deste ano.
Desta vez, porém, o jogo não foi interrompido para verificação do sensor, embora seja possível que tenha sido verificado pelo VAR no breve intervalo após o gol de Bellingham.
A Noruega também teve um gol verde no segundo tempo anulado depois que foi decidido que Erling Haaland empurrou um zagueiro para baixo antes do gol ser marcado por Torbjorn Heggem na cobrança de escanteio.
A Inglaterra enfrentará o vencedor da partida de sábado à noite entre Argentina e Suíça na semifinal em Atlanta, na quarta-feira.
–Mídia em nível de campo













